O Blackberry fez “plom” (ou será “plim”?) e eu acordei de mais uma noite de mau sono, com várias dolorosérrimas interrupções por causa das minhas agora tão frequentes câimbras. Dizem-me para eu comer uma penca de bananas, mas eu temo desatar por aí a fazer macaquices. Acordei, pois, com o dito cujo som do telelê e não resisti à curiosidade de ver o que chegara e depois explorar por alguns momentos o que rolava pelo tweeter. Morreu Whitney Houston! Finalmente a Whitney preferiu deixar-nos de vez e fazer-nos, seus fãs, sofrer de uma vez só por sua perda…Também Whitney, nota 10 em todos os seus dons da natureza, não logrou sê-lo nos transes da ventura. Nunca será esquecida…
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Sou e reconheço que sou, poupado nas palavras. Havia um colega escocês que me chamava de “Mr. Quiet”, pela minha capacidade de ficar longo tempo sem intervir na conversa ou comentar algo, enquanto os causos rolavam em gargalhadas. Hoje eu desloquei-me de Macaé para Niteroi em transporte da empresa, porque amanhã há trabalho no Rio. Quando fizemos uma parada no “Graal”, dei-me conta de que havia falado non-stop durante todo o percurso! Senti-me certamente envergonhado por tanto encher os ouvidos do paciente motorista com o meu tema: A ridícula administração pública do município de Macaé! Vou policiar-me, prometo.

Que pena! Ela era uma artista e tanto. . .