Assim que adormeço, eu desperto pro meu mundo e alheio-me do bárbaro pesadelo do imundo.
É no mundo interior do meu sono que tenho encontros com a plena liberdade enquanto flano por sobre campos resplandescentes de conhecimento e bondade, ou repouso no doce deleite de leitos macios e perfumados.
Alguém (uns dizem que foi Shakespeare) terá dito: “O sono é a antecâmara da morte“!
Logo, a morte não pode ser tão ruim assim…

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