Que crônica de domingo poderia surgir em um quente domingo passado dentro de portas em trabalhos vários, domésticos incluidos? Nunca vi tanto pó prêto acumulado em alguns poucos dias de ausência! É certo que fiz uma caminhada pelo calçadão da praia até uma agência do Bradesco onde passei uns bons quinze minutos de extremo stress até aquela máquina diabólica soltar meu cartão. Desisti da operação, não fosse a coisa devorar o meu plástico só para me atormentar…Caminhei de volta e comprei um par de sanduíches de pão integral pro o meu almoço. Há dias assim… sinto-me feliz sentindo fome, com o estômago roncando de mau humor. A verdade é que, sozinho assim, está cada dia mais difícil suportar-me e conviver comigo próprio. Só mesmo a minha companheirinha pr’acabar com essa briga ridícula!
A verdade é que não sei qual de nós dois tem mais respeitinho por ela…
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Penso como eu gostaria de ser capaz de elogiar-me.
Mas como fazê-lo, se nada em mim eu encontro de elogioso?…
…Ou seria “elogiável”? Sei lá…
O domingo já é de noite

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