Os nós cegos
Que a ti me atam,
Não desatam
Não dilatam…
Se em sonho te “traio”,
Afinal eu não te traio
Porque é o teu rosto
Que na fantasia é posto!
E a minha “traição”…
É com teu corpo e teu coração!
14/07/2011 por Nelsinho
Os nós cegos
Que a ti me atam,
Não desatam
Não dilatam…
Se em sonho te “traio”,
Afinal eu não te traio
Porque é o teu rosto
Que na fantasia é posto!
E a minha “traição”…
É com teu corpo e teu coração!
Publicado em Uncategorized | 9 comentários
Já estive lendo e gostei muito, Nelson. Volto depois com mais calma.Excelente tema.abs
Ara ara ara,,,o que é o amor! Tão enredado, embolado, feito as palavras que inventam traição onde não há e criam os nós cegos nos nós no nós, pronome em 1a do plural e nós, fio embolotado.O amor, essa prisão – ó, culpa, ó, traição, aqui bem amarradinha nesta armadilha que prende dois, além do três que é o leitor do poema.Sugestão, lirismo, conceptismo a la Gregório ( leia a lírica dele assim tão atado à cruz e pecando pecando e muito perdão pedindo), é mais que nós, é puxa puxa do eu lírico grudando os zóio quem aqui vier.
Oi,Nelson. Muito bom o seu poema.abraços.Tereza
Perfeito, redondo e original.
Nelsinho,a cada vez que venho aqui, fico surpreendida (surpresa? não supresa não.) pois um poema pode ser bom e outros não. Ao contrário, na realidade cada vez os poemas e os textos são melhores. Essa passagem a respeito dos nós cegos são o que há em termos de poesia: nós cegos que não desatam e nem dilatam…Bem, vou esperar que você resolva nos dar o grande presente de "enlivrar" sueus poemas e seus textos.(puxa, escrevi um tratado:-)Flavinha
Obrigado, Helô!
Obrigado, Rose!:)Ainda não consegui alguém para me definir de forma clara o que é "Pecar"!
Obrigado, anônimo e Orlando
Obrigado, Flavinha, pela sua visita e belo comentário!