Tenho a impressão que plagio um outro eu…
…e que sou uma grosseira fraude de mim próprio.
Não me domino e não percorro sem percalços
os labirintos da minha alma,
que julguei haver conquistado e anexado.
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“…escuto a música límpida de Peter Gast
Rosa do Crepúsculo de Veneza
aqui mesmo no samba-canção
do meu rock’n’roll
Escuto a música silenciosa de Peter Gast
Sou um homem comum…”
(Caetano)
Nelsinho, já vim aqui umas duas ou três vezes e fico fascinada por esse tema, o dessa espécie de cisão do eu, a precepção de si mesmo.E lembro sabe de quem? bem, primeiro, de Mario de Sá Carneiro.Mas vou voltar depois.Só queria que soubesse que aui estou eu.;-)beijos e uma semana muitop feliz.Com um pouco mais de tempo para si e para a Nina:-)Meg